quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Quanto vale a sua fotografia?

Thaís e Gean-1659

Bom dia, queridos.
Hoje vou fazer algo diferente do que costumo escrever nesse espaço. Lendo um artigo da versão online da revista Fhox, uma das mais conceituadas no ramo, me atentei para um fato que, infelizmente, tem se tornado cada dia mais comum no mundo da fotografia digital.
Elas permanecem só no digital. Quanto tempo faz que não mostra para seus amigos as fotos de suas férias que não sejam por meio de um link? Encostar no papel, cuidar para não marcar, dobrar as pontas, guardar no álbum, pegar um porta-retratos na estante...
Enquanto a fotografia digital se multiplica nos nossos bolsos, em nossos smartphones, Instagrams e Facebooks da vida, perdemos a essência do registro, que é a memória. Sabem por quê? Porque essas fotos estão fadadas a desaparecer. Um problema no aparelho, um backup deficiente, um serviço de nuvem que perde suas fotos... E elas se foram para sempre.
Que fique claro, adoro essas tecnologias, mas o que quero dizer é: elas não podem substituir o papel, o álbum, o impresso.
Meu sonho é conseguir vender minha fotografia somente atrelada ao produto impresso. Quero que meus amados clientes entendam o quão incrível é ter a casa decorada com imagens do seu casamento, do seu bebê, das festinhas.
Quero ainda introduzir um tipo de fotografia que eu amo! A fotografia da realidade. Sem poses. Só eu e a sua família, na sua casa, na felicidade do seu dia. Quero registrar os momentos lindos da sua família, aquela cena engraçada que nunca tem uma câmera por perto, aquela careta do seu filhote, o amasso nos animais da casa... Mas me prometam uma coisa: Essas fotos estarão nos porta-retratos da casa, no álbum de família, no mural de fotos das crianças e, porque não, na internet!
Combinado?

Thaís e Gean-1655

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